Clínica Sorria Palmeira nega acusações e afirma que denúncias são falsas; publicações nas redes sociais motivaram alerta
Por Assessoria
A Clínica Sorria Palmeira, localizada no Centro de Palmeira dos Índios, divulgou nota oficial por meio de sua assessoria jurídica negando veementemente acusações que vêm sendo disseminadas nas redes sociais contra a unidade e seus responsáveis.
Segundo os representantes legais, as alegações são falsas, infundadas e desprovidas de qualquer respaldo fático ou jurídico.
De acordo com a nota, os nomes de Luciana França e Hedder Braga vêm sendo associados de forma indevida a supostas práticas ilícitas, o que, conforme a assessoria, ultrapassa os limites da liberdade de expressão e atinge diretamente a honra, a imagem e a reputação pessoal e profissional dos envolvidos.
Os advogados informam ainda que medidas judiciais já estão em andamento com o objetivo de cessar a disseminação de desinformação, identificar os responsáveis pelas publicações e promover a devida responsabilização nas esferas cível e criminal.
A defesa ressalta que quaisquer esclarecimentos legítimos devem ser buscados exclusivamente por meio dos canais oficiais, alertando para os riscos do compartilhamento de conteúdos não verificados.
Entenda o caso
Nos últimos dias, publicações compartilhadas em redes sociais passaram a acusar a Clínica Sorria Palmeira, situada nas proximidades das Lojas Americanas, no Centro da cidade, de supostos falsos atendimentos, atuação de profissionais não habilitados e assédio a pacientes dentro das salas de atendimento, além de ligações fraudulentas para empresas da região.
Os textos, divulgados em tom de alerta, mencionam que as denúncias partiriam de pessoas que se identificam como vítimas, mas que afirmam não ter procurado os órgãos competentes por medo de represálias.
As publicações citam nominalmente Hedder de Vilhena Braga, Luciana França Mendes e Brendda Antonaccio, atribuindo a eles condutas consideradas graves.
Até o momento, não há confirmação oficial de investigações instauradas por órgãos como o Conselho Regional de Odontologia, Polícia Civil ou Ministério Público relacionadas às acusações veiculadas nas redes sociais.



