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Muricy tira Ganso e não acredita em “biquinho”



muricyspxsantos2302alanmoriciA opção de deixar Paulo Henrique Ganso no banco de reservas no clássico contra o Santos teve origem técnica e tática. Segundo o técnico Muricy Ramalho, o camisa 10 não estava jogando bem nas últimas partidas e era necessário mudar a dinâmica da equipe contra um adversário que exigiria mais do São Paulo.

O treinador mostrou insatisfação com a equipe nas últimas partidas, principalmente no empate contra o São Bernardo na última quarta-feira. Com o deslocamento de Pabon para o lugar ocupado por Ganso e a entrada de Osvaldo e Douglas pelas pontas, Muricy queria um time com maior poder de profundidade, mais “leve e aguerrido” em suas próprias palavras. E foi o que ele viu no 0 a 0 no Morumbi.

“Queria um jogador que chegasse mais no Luís Fabiano. E contra uma equipe como o Santos teríamos que entrar pela velocidade. Optamos pelo Douglas na ponta e o Pabon que bate forte na bola neste papel de chegar mais ao ataque pelo meio. Foi essa decisão. Às vezes o treinador tem que intervir, não pode ficar na mesmice” disse.

A opção de Muricy deixou Ganso cabisbaixo. Sem falar com a imprensa antes e após a partida, o meio-campista entrou nos 15 minutos finais da segunda etapa e pouco acrescentou. Ao término da partida, Ganso andou de cabeça baixa em direção ao vestiário e recebeu apoio de Rogério Ceni.

Muricy disse que não está preocupado com um possível biquinho de Ganso. Segundo ele, no atual grupo do São Paulo os jogadores têm que saber que podem deixar inclusive o banco de reservas tamanha a concorrência.

“Todos correm atrás e sou um cara justo. Dirijo um plantel. Revezamos um pouco os jogadores. O técnico tem que dar chance a todo mundo. Ninguém tem cadeira cativa. Não tenho sentimento ruim. Faço pelo time. Não tenho esse negócio de jogador de confiança. Não levo ninguém comigo onde vou”, disse, antes de passar uma receita básica para Ganso voltar ao time.

“Tem jogadores que nem no banco ficam e estavam no vestiário. A decisão de jogar é do técnico. Comigo é trabalhar sério. Só me convence desta maneira. Para mim comportamento é superimportante. A gente tem que ter isso. Não muda nada (ele ter ido para o banco). Amanhã é voltar a treinar a trabalhar com o comportamento normal”, finalizou.

 

Terra


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