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Gleisi Hoffmann e Sérgio Cabral devem deixar cargos antes das eleições

Gleisi Hoffmann confirma a intenção de deixar a Casa Civil em janeiro, mas evita falar em disputar o governo do Paraná. No Rio, Sérgio Cabral anuncia que deixa o cargo em março



Por Correio Braziliense

 

Gleisi Hoffmann diz que estará 'à disposição' do sucessor na Casa Civil (Iano Andrade/CB/D.A Press)

 

Depois do anúncio da presidente Dilma Rousseff de que pretende finalizar a reforma ministerial até o fim do carnaval, em março, para liberar os que querem se candidatar, o cenário político começa a se alinhar. Ontem, como quem diz adeus, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse que prefere sair ainda em janeiro. “Foi um período muito bom. Aprendi muito e espero ter contribuído também. Vou sentir saudade, com certeza”, disse a senadora licenciada, em tom de despedida.

Embora não confirme a intenção de concorrer ao governo do Paraná pelo PT, a ministra diz que quer sair exatamente para poder pensar melhor no futuro. “É uma avaliação política que eu não quero misturar enquanto estou exercendo a função aqui. Gosto de separar as coisas. Até para que isso (a candidatura) possa ser considerado, avaliado e decidido é que eu solicitei à presidente o afastamento”, contou, durante café da manhã de confraternização com jornalistas no Palácio do Planalto. A expectativa é sair no fim do próximo mês, mas cabe à presidente Dilma Rousseff bater o martelo. A ideia da ministra é ficar no cargo até o próximo dia 13, quando tira 10 dias de férias, e retornar à função apenas para esvaziar as gavetas.

Gleisi não quis comentar a possível indicação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante — conforme antecipou a coluna Brasília-DF —, ou do secretário executivo do Ministério do Planejamento, Carlos Eduardo Gabas, para substituí-la. Segundo ela, a transferência do cargo será “natural como foi nas outras situações”. “Estarei à disposição sempre que o próximo ministro ou ministra precisar para dar informações. Nós temos uma equipe que tem estabilidade e tem subchefias. Quando muito, o ministro troca os assessores mais imediatos, os subchefes, o secretário executivo, mas tem todo um corpo funcional da Casa Civil que sabe a situação de cada programa, de cada ato que acompanha, portanto não é uma transição difícil, não é algo demorado”, minimizou.


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