Imagens gravadas em empresas suspeitas de fraude na merenda escolar são divulgadas pela PF

A Polícia Federal divulgou imagens e vídeos de depósitos localizados na cidade de Maceió, no bairro do Tabuleiro dos Martins que estão sendo investigados na Operação Brotherhood – deflagrada nessa terça-feira (28) em cinco prefeituras do interior de Alagoas.
As imagens mostram que o armazenamento dos alimentos que seriam distribuídos para as escolas estavam no meio de entulhos.
https://www.youtube.com/watch?v=eZ3l63RxDEE
Além de constatar que nos locais em questão não havia alimentos, os agentes da Polícia Federal também apreenderam diversos cheques assinados. Todo o material apreendido já está sendo analisado pelas agentes federais que participaram da Operação Brotherhood.
As prefeituras estão sendo investigas por desvio de, no mínimo, R$ 12 milhões de merendas escolar. A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), cumpriu 20 mandados de busca e apreensão nas prefeituras de Traipu, Tanque d’Arca, Ibateguara, Roteiro e Girau de Ponciano, além de 15 mandados de condução coercitiva de empresários e funcionários públicos.
A fraude pode passar de R$ 40 milhões e envolver mais de 20 prefeituras do Sertão e do Agreste. O superintendente em exercício da PF em Alagoas, André Santos Costa, informou que estão sendo investigadas de 15 a 20 empresas, suspeitas de fraudar processos de licitações de compra de merenda escolar. A princípio, a fraude estaria em R$ 12 milhões. Mas só quatro processos foram analisados até agora. Ao todo são 9, logo o valor que pode ser desviado dos cofres públicos poderá ser bem maior.
A fraude pode passar de R$ 40 milhões e envolver mais de 20 prefeituras do Sertão e do Agreste. O superintendente em exercício da PF em Alagoas, André Santos Costa, informou que estão sendo investigadas de 15 a 20 empresas, suspeitas de fraudar processos de licitações de compra de merenda escolar. A princípio, a fraude estaria em R$ 12 milhões. Mas só quatro processos foram analisados até agora. Ao todo são 9, logo o valor que pode ser desviado dos cofres públicos poderá ser bem maior.
Essas empresas, de acordo com a PF, são todas localizadas em Maceió. Das pessoas conduzidas à sede da instituição, no bairro de Jaraguá, em Maceió, um é secretário de Finanças e quatro são servidores. Eles teriam participado da fase pós-licitatória, na assinatura de documentos. Ainda não está comprovada a participação de nenhum prefeito.
Redação com Gazeta Web
