Jovem abre os olhos, tosse no próprio velório e gera pânico; família acusa profissionais de negligência médica
Um caso cercado de dúvidas e emoção abalou moradores de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Familiares de Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, afirmam que a jovem apresentou sinais de vida durante o próprio velório, realizado na Capela Mortuária do Frade.
De acordo com relatos de parentes e pessoas presentes, Caroline teria tossido e aberto os olhos enquanto era velada, provocando desespero e correria no local. Diante da situação, a família acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), na tentativa de obter socorro.
No entanto, segundo informações, o profissional de plantão do SAMU teria negado atendimento, alegando que o serviço não é responsável pela confirmação de óbitos. A atitude gerou revolta entre os familiares, que passaram a questionar o diagnóstico inicial e levantaram a suspeita de possível negligência médica, além da hipótese de que a jovem poderia estar em estado de coma.

Em nota, a Prefeitura de Angra dos Reis confirmou a morte de Caroline, registrada às 16h20 do dia 12 de março. Conforme o município, o óbito foi causado por insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas, logo após a entrada da paciente na unidade hospitalar.
Ainda segundo a prefeitura, a morte foi atestada após avaliação clínica e exame de eletrocardiograma, além de tentativas de reanimação que não tiveram sucesso. Sobre os supostos sinais de vida durante o velório, a explicação apresentada é de que os movimentos observados podem ser caracterizados como espasmos cadavéricos, fenômeno que pode ocorrer após a morte.
O caso segue sob investigação e tem gerado grande repercussão, enquanto a família aguarda respostas mais claras sobre o que realmente aconteceu nas horas finais de Caroline.
