Bebê de 1 ano morre em Maceió após evolução rápida de meningite meningocócica tipo B

Uma bebê de apenas 1 ano de idade morreu após desenvolver meningite meningocócica do tipo B, em Maceió. A confirmação do diagnóstico foi divulgada nesta segunda-feira (9) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), após resultado de exame laboratorial.

A criança morava com a família no bairro de Riacho Doce e tinha dois irmãos mais velhos. Segundo relato de familiares, o sábado (7) transcorreu normalmente. A menina brincou com os irmãos, se alimentou e foi dormir sem apresentar qualquer sinal de doença.

Meningite meningocócica (Foto – Reprodução)

Durante a madrugada de domingo (8), porém, a bebê acordou com febre e começou a vomitar. A mãe permaneceu acompanhando a situação em casa até que, por volta das 4h da manhã, a criança voltou a despertar pedindo água. Ao acender a luz do quarto, a mãe percebeu manchas pelo corpo da filha e decidiu levá-la imediatamente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jacintinho.
Na unidade de saúde, a bebê foi encaminhada para a área vermelha, destinada a pacientes em estado grave.

Equipes médicas iniciaram os procedimentos de emergência na tentativa de estabilizar o quadro clínico. De acordo com uma parente da família, a criança ainda chamava pela mãe durante o atendimento, enquanto os profissionais realizavam intervenções para tentar salvar sua vida. Apesar dos esforços da equipe médica, a bebê não resistiu.

O corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO). A suspeita inicial era de meningite bacteriana e, após exames, foi confirmada a meningite meningocócica do tipo B.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a Diretoria de Vigilância em Saúde acompanha o caso e já iniciou as medidas de quimioprofilaxia, procedimento preventivo com uso de medicamentos, nas pessoas que tiveram contato direto com a criança.

A SMS também manifestou solidariedade à família da bebê. “A Secretaria se solidariza com os familiares e amigos neste momento de profunda dor”, declarou o órgão.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *