Pelé do rádio: técnico veterano enfrenta câncer e mobiliza campanha solidária em Alagoas e Pernambuco
Por décadas, a voz que chegava aos ouvintes dependia de alguém que quase nunca aparecia. Nos estúdios, transmissores e torres de rádio, Emerson Marinho — conhecido carinhosamente como Pelé — foi o responsável por manter emissoras no ar e sonhos funcionando. Hoje, após mais de 50 anos dedicados à radiodifusão, ele precisa da ajuda de todos para continuar lutando pela própria vida.
Natural de Maceió, Pelé construiu uma carreira sólida e silenciosa, marcada pela responsabilidade técnica e pelo respeito dos profissionais com quem trabalhou. Atuou em diversas rádios de Alagoas e também de Pernambuco, tornando-se uma referência para radialistas, locutores e jornalistas que aprenderam com ele a importância do rádio bem feito. Mesmo com décadas de profissão, continuava na ativa e morava atualmente em Palmeira dos Índios.
A rotina foi interrompida após o diagnóstico de tumor no pâncreas, uma doença grave que exige intervenção médica imediata. Segundo a família, o quadro demanda uma cirurgia de urgência, envolvendo procedimentos de alta complexidade, como a retirada parcial do pâncreas, do baço e de gânglios linfáticos.
Os custos do tratamento são elevados e vão além da capacidade financeira da família. Diante disso, amigos, colegas de profissão e ouvintes iniciaram uma campanha solidária para arrecadar recursos e garantir que Pelé tenha acesso à cirurgia e ao acompanhamento médico necessário. A meta da vaquinha é de R$ 70 mil.
“Ele sempre trabalhou nos bastidores para que a informação e a música chegassem às pessoas. Agora é ele quem precisa ser alcançado por essa corrente de solidariedade”, afirma um amigo próximo.
Como contribuir
As doações podem ser realizadas por meio de Pix:
Chave: (82) 99833-2524
Titular: Maria Lúcia Pereira de Menezes
A família destaca que toda contribuição é importante, independentemente do valor, e reforça o pedido para que a campanha seja compartilhada, ampliando o alcance da mobilização.
O rádio de Alagoas e Pernambuco segue no ar graças a profissionais como Pelé. Agora, é hora de retribuir. Ajude, divulgue e participe dessa corrente de solidariedade.



