R$ 6 bilhões em risco: CPI do INSS vira palco da corrida pelo Senado

Para quem sonha com uma cadeira no Senado, não há oportunidade melhor do que esticar ao máximo a investigação mais ruidosa do Congresso Nacional: o rombo de R$ 6 bilhões dos aposentados do INSS.

O que já era grave ganhou ainda mais atenção com a decisão bombástica da comissão de quebrar o sigilo de Lulinha, filho do presidente da República — mesmo com sua situação financeira já sob suspeita. Mas atenção: o efeito-mídia será efêmero. A CPI tem prazo curto e termina em março, deixando políticos e partidos de olho no que pode virar manchete por apenas um mês.

No meio do turbilhão, Alfredo Gaspar vê uma chance de ouro para disputar uma vaga no Senado, em uma Casa que, nos bastidores, já teria seu lugar praticamente reservado para a dobradinha Calheiros/Lira. A pergunta que fica: quem conseguirá transformar a indignação pública em votos?

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