Polícia afirma que morte de supervisor do CRB foi encomendada por motivo pessoal, caso segue sob investigação
Polícia Civil de Alagoas (PCAL) informou, nesta segunda-feira (26), que o assassinato de Johanisson Lima, conhecido como Joba, supervisor das categorias de base do CRB, foi motivado por uma questão de cunho pessoal. A informação foi divulgada pela delegada Tacyane Ribeiro durante coletiva de imprensa realizada na Secretaria de Segurança Pública (SSP).
De acordo com a delegada, o crime teria sido encomendado por Juan, ex-companheiro da mulher que havia retomado recentemente o relacionamento com a vítima. “Ele não se conformou com a reconciliação e esse foi o motivo do homicídio”, afirmou.
As investigações apontam que câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproxima de Joba utilizando uma bicicleta e efetua um disparo na cabeça da vítima. Em seguida, o executor foge do local e, cerca de 500 metros depois, embarca em uma motocicleta que deu apoio à fuga.
Com o auxílio do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), a Polícia Civil conseguiu identificar a placa da motocicleta utilizada no crime, o que levou à localização e prisão do condutor, Simeone. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) e é apontado como o piloto do veículo responsável por auxiliar o atirador na fuga. Simeone já responde a outro processo por homicídio e cumpria pena em regime semiaberto.
A partir dessa prisão, os investigadores chegaram ao paradeiro dos demais envolvidos, localizados no bairro Clima Bom. No local, houve confronto com equipes da Rotam. Três suspeitos foram baleados, chegaram a ser socorridos para o hospital, mas não resistiram aos ferimentos.
A Polícia Civil reforçou que a população pode colaborar com as investigações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.



