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Seleção Brasileira enfrenta o Chile por vaga nas quartas de final

Sem espaço para erros, Seleção tem de vencer o Chile, hoje, no Mineirão, para evitar o vexame de ser eliminado nas oitavas de final na própria casa



sSe a Seleção Brasileira não convenceu o torcedor nos três primeiros jogos, a partir de hoje, contra o Chile, às 13h, no Mineirão, abrindo as oitavas de final da Copa, a preocupação principal passa a ser o resultado. Independentemente de jogar bem ou não, a equipe de Luiz Felipe Scolari precisa se classificar para a fase seguinte. Uma eliminação diante dos chilenos, ainda na quarta partida de um Mundial em casa, seria muito frustrante para a torcida.

Scolari admite essa responsabilidade, mas jurou que o Brasil está preparado. “Já jogamos uma classificação contra Camarões. Se não ganhássemos, poderíamos não estar classificados”, lembrou o treinador. “Para nós, passa essa ideia de não seguirmos em frente. Esse é o regulamento da competição. Vamos correr esse risco até a final. Em todas as partidas, podemos passar ou não. Os jogadores sabem. Trabalhamos a cabeça deles para isso.”

Felipão contou que esse foi o assunto da conversa com o capitão, Thiago Silva, ontem, quando eles pisaram o gramado do Mineirão antes da coletiva. “Mesmo para quem tem experiência e já disputou uma Copa do Mundo, como ele, é normal sentir alguma ansiedade. Você fica um pouco mais envolvido, mais assustado, nervoso, principalmente em mata-mata”, afirmou. “Não é por ser no Brasil, mas por ser um Mundial. A gente sabe que, a cada fase, tem chance de chegar à final, mas a chance vem só se você vencer.”

Apesar da sinceridade ao admitir a possibilidade de eliminação, Luiz Felipe Scolari ressaltou que isso não deve ser transmitido ao grupo: “Não posso passar essa dificuldade para eles. Quando estou sozinho, raciocinando o que temos de fazer, sim. Mas, quando estou com eles, procuro passar minha experiência. Ninguém, em sã consciência, fica tranquilo”.
Scolari também fez questão de destacar que o adversário tem o mesmo objetivo do Brasil. “Não ficaremos orgulhosos e satisfeitos se não seguirmos em frente. Estamos fazendo nosso trabalho, com alegria e amor, mas temos um oponente que faz isso também. Se perdermos, temos de valorizar o adversário”, declarou. O treinador disse estar alertando os jogadores quanto ao potencial do Chile, mas também tem mostrado que o Brasil reúne condições de passar para as quartas de final.

Padrão
Felipão afirmou que o time está definido, inclusive o lateral-direito, mas não revelou os nomes. “Vamos pressionar e defender. Montei a equipe de acordo com nosso padrão de jogo, independentemente do que o Chile possa oferecer. Se der certo ou não, temos alternativas para nos portar em cada situação”, ressaltou.

Questionado sobre a diferença de altura entre os jogadores brasileiros e os chilenos, o comandante citou um ex-companheiro de sua época de atleta do Caxias: “O Paulo César Tatu tem 1,70m e era um dos que se posicionavam melhor em campo. Não é preciso altura, mas tempo de bola. Só altura não ganha jogo”, argumentou. “Não é por aí que teremos oportunidade de ganhar. Taticamente, o Chile está bem evoluído, muito bem organizado. Se não formos corretos, teremos uma dificuldade muito grande e poderemos até não passar”, alertou.

 

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