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Segurança em Palmeira: Estaríamos entregues às baratas?



Delegado Salles: Uma omissão dos poderes em relação á esse caso.”

 

Este é o panorama atual de Palmeira dos Índios, que pelo observado vive em total abandono,  a exemplo daquelas fazendas aonde o dono do gado não está nem aí para os vaqueiros, e muito menos para o tipo de ração. O importante é está com o boi na sombra.

Antes da saída do delegado  Salles o Portal Estadão Alagoas fez uma espaçada entrevista com o mesmo, cujo enfoque foi sobre o crescendo de violência no município, e ao mesmo tempo, uma cobrança sobre o andamento de algumas investigações.

Relembre;

Estadão Alagoas– Ultimamente ocorreram alguns homicídios no nosso município. Gostaríamos que o senhor citasse como andam as investigações do assassinato (daquele rapaz que sofreu uma tentativa e depois mataram no povoado Amaro), do caso da Vila Maria, no dia da Cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho, e mais recentemente da jovem Marisa Ferreira que foi assassinada no bairro Paraíso. – O que de concreto a polícia já tem sobre isto?

1957376_829018603781163_1781057309_nSales– O caso do jovem identificado como Leandro da Silva Rocha, que foi assassinado com vários tiros de arma de fogo dentro da residência no Sítio Amaro, até o momento está sem autoria. Em relação ao fato dos dois algozes chegar á casa da vítima de colete, alegando serem policiais, serviu para facilitar a execução, não que de fato fossem.

Já em relação à morte do mototáxi Donizete da Costa durante a cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho, que passava por Palmeira com destino a Arapiraca, no início do mês, já foi solucionado. Três pessoas foram presas entre eles um militar. O motivo foi a cobrança de uma dívida, ainda não se sabe o que originou a divida, mas o crime tinha características de acerto de contas.

No caso da jovem Marisa Ferreira existem quatro linhas de investigação. Não posso afirmar,  mas existe uma grande possibilidade de ser crime passional. Grande parte da família já deu depoimentos.

Publicado por: Redação Estadão Alagoas em 23 de fevereiro de 2014 às 10:52 pm

Posterior a esta entrevista, novamente o Estadão Alagoas voltou a cobrar do delegado algum posicionamento, e a resposta foi o silêncio, como sempre ocorre quando alguém não quer falar, não pode falar, ou não deixam falar.

Relembre; 

Delegado! O silêncio nos incomoda.

O POVO QUER SABERNenhuma satisfação foi dada à sociedade palmeirense, com relação a alguns fatos, já com tempo suficiente para elucidação.

Não estamos nos referindo aos últimos assassinatos e/ou tentativas de homicídios nestas últimas semanas, porque entendemos que todo crime é um quebra cabeça, e isto demanda tempo para uma averiguação segura.

No entanto, a comunidade palmeirense espera, até pelo tempo que já é suficiente, por algumas respostas das autoridades policiais. Senão vejamos;

– A solução com referência ao motorista envolvido no acidente que vitimou Mosarina Brasileiro. Tendo-se a placa do veículo, a polícia tem acesso ao Renavan, onde consta o nome do proprietário;

– A localização ou prisão do motorista conhecido como “Pé de Pato” que atropelou uma moto, dirigindo embriagado, vitimando o casal Pablo e Samara, na  Avenida Vieira de Brito.  A polícia tem a placa do veículo, e consequentemente a possibilidade total de acesso ao Renavam, onde também consta os dados do proprietário.

– O assassinato da jovem Marisa, ocorrido no bairro Paraíso. Em entrevista ao Estadão Alagoas o delegado Salles afirmou que estava trabalhando com quatro linhas de investigação. Nada ainda foi informado à população.

Publicado por: Redação Estadão Alagoas em 9 de março de 2014 às 9:44 am. 

Nada custava que o delegado em questão informasse que estaria promovendo sua aposentadoria, e que tudo isto ficaria a cargo do seu sucessor.

1947709_841030085913348_990611104_nOra; em geral um agente quando assume, vai examinar a estrutura, avaliar os  processos em andamentos, linhas de investigação, e muitas vezes, por critério próprio, resolve começar tudo do zero, desde que não haja réu confesso.

São incontáveis as ocorrências policiais acontecidas quase que diariamente em Palmeira dos Índios.

 

Ousamos a perguntar ao nosso leitor; Quantos morreram assassinados em Palmeira dos Índios, da data deste questionamento do Portal, até hoje?

Alguém tem ciência de alguma prisão por crimes cometido?

É comum a Polícia Civil e Militar dispor de uma Assessoria de Comunicação, que através da imprensa, presta contas à sociedade, através dos veículos produtores de notícias, das ações que estão sendo tomadas pela instituição.

O que não se pode é calar. O que não pode é voltarmos ao tempo, onde se dizia de forma irônica;

“Em Palmeira mata-se um durante o dia, e dorme outro amarrado, para matar amanhã”.

Seja bem vindo, delegado!

Que conte com um instrumento essencial para o fortalecimento democrático, que é uma  imprensa franca, digna e com o pacto capital que é a veracidade, com probidade e decoro, para conquistarmos uma sociedade livre para refletir e compor opiniões. Vamos acreditar neste novo princípio, e ansiamos que esse seja em consonância com a ética nos valores da sociedade palmeirense.

Sabemos que não seria a repressão o instrumento ideal para combater a bandidagem. Mesmo sem ser socióloga, acredito pelo menos, numa das causas que agencia a violência, e que evitaria o uso da repressão para contê-la; É o mal uso do dinheiro público por parte dos governantes, privando a sociedade de ter uma educação de qualidade, saúde, moradia digna, geração de empregos, e  principalmente, criação de projetos sociais para retirar os adolescentes das ruas.

No dia em que os políticos deixarem de legislar em causa própria, acaba-se fábrica de criminosos neste país. Aliás, o meio político brasileiro já está por demais, abarrotado de delituosos.


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