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Rumo a São Saruê, Dona Ciça vence Concurso de Quadrilhas Estilizadas



Imagine só um cenário onde as montanhas são de rapadura e os rios, de leite. Na ruas, ao invés de paralelepípedos, diamantes. Uma terra onde ninguém se importa com a vida alheia e dinheiro é o de menos. Bem-vindos a São Saruê.

Esse lugar mítico vem da poesia popular de Manoel Camilo e ganhou vida nas mãos – e nos pés – dos quadrilheiros da Junina Dona Ciça, que levou o troféu de campeã do Concurso de Quadrilhas Estilizadas do “São João: Arapiraca Virou Xodó”, nesta quinta-feira (29) no ginásio do Serviço Social do Comércio (Sesc).

Um júri técnico, formado apenas com profissionais da área, também avaliou criteriosamente as demais quadrilhas estilizadas que se apresentaram para um público extenso.

Como vice, ficou a Junina Lengo Tengo, homenageando em seu figurino a cultura fumageira. Além disso, o casamento matuto foi abençoado por Nossa Senhora do Bom Conselho, pontuando a fé local já que ela é a padroeira da cidade de Arapiraca.

Em 3º, a Junina Canarraiá com uma adaptação do clássico de 1865 do escritor Lewis Carroll para “Alice no País do São João” – inclusive, a o Arraiá Canarraiá foi o vencedor do 15º Concurso de Resgate às Tradições Juninas deste ano. O palhoção do Sesc foi tomado por cores e uma presença visual muito forte.

Já em 4ª posição, a Junina Renascer do Sertão também mostrou que a religiosidade está no sangue do nordestino, trazendo ao palco a Nossa Senhora de Aparecida. Passos sincronizados e muito amor por estar dançando.

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O nascimento de Cícera

Depois da cisão da Junina Gonzagão, proveniente do bairro Baixão, duas novas quadrilhas se firmaram. Uma delas foi a Dona Ciça, que parece que já ter certa idade.

“Nascemos há apenas 7 meses”, diz o puxador Dênio Silva, referenciando uma gestação. Mesmo com o pouco tempo de ensaio e conceituação do que poderia ser colocado à prova, a quadrilha estilizada está na final do Campeonato Alagoano de Quadrilhas Estilizadas, em Maceió, neste sábado (1º), ao lado da Junina Lengo Tengo.

“Resolvemos falar de uma poesia que remete à Terra Prometida, que é esse lugar chamado São Saruê, um local de novas possibilidades para um povo sofredor como o nordestino. Queríamos abordar cultura, tradição, crença e vida”, diz Dênio.

As pelejas e a vida puxada são externadas. Na viagem até aquela cidade encantada, eles encontram Lampião e Maria Bonita. Mas os reis do cangaço não impedem o casamento de Maria Flor e Camilo, premiados como melhores noiva e noivo do concurso – além deles, Lampião e Maria Bonita da Dona Ciça também levaram seus troféus.

O prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, conferiu tudo isso de perto. “É lindo ver a cultura florescer, mas não apenas nesses períodos. Temos que resguardar nossas tradições ao longo do ano. Por isso, retornamos com o projeto Cultura na Praça”, comenta, ao lado do secretário Municipal de Cultura, Lazer e Juventude, Silveste Rizzatto (SMCLJ), e do deputado estadual Rodrigo Cunha.

Estavam por lá também o secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Roberto Amaral; a secretária Municipal de Saúde, Aurélia Fernandes; a superintendente de Cultura da SMCLJ, Jeyme Costa; o superintendente de Juventude da SMCLJ, Valsandy Veras; e a superintendente de Assistência Social, Fabrízia Amaral.

Por coincidência, o mestre Afrísio Acácio – o grande homenageado desse São João – fez o som de todo o evento, juntamente com Enoque do Acordeon, que veio diretamente de Pernambuco para os festejos na cidade.

Este “São João: Arapiraca Virou Xodó” tem o patrocínio do Grupo Coringa e o apoio cultural do Arapiraca Garden Shopping, CDL, Unicompra e Sesc.

 

Assessoria


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