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Racismo contra Tinga rende multa de R$ 27.890 a time peruano

Em caso de reincidência, Real Garcilaso também pode ter estádio fechado



Mais de um mês depois das ofensas racistas sofridas por Tinga, do Cruzeiro, na Copa Libertadores, a Conmebol anunciou nesta segunda-feira uma multa ao Real Garcilaso, do Peru, de 12.000 dólares (cerca de 27.890 reais) e uma advertência pelo episódio.

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O meia do Cruzeiro ouviu os torcedores peruanos imitarem sons de macaco antes de entrar no segundo tempo da derrota para o Garcilaso por 2 a 1, no dia 12 de fevereiro. Toda vez que Tinga tocava na bola, os insultos eram repetidos. A entidade também afirmou que, em caso de reincidência, o Real Garcilaso pode ter seu estádio fechado.

Em nota, a Conmebol condenou o ato: “A Conmebol reitera seu compromisso de combater qualquer forma de discriminação e atos racistas em suas competições. Com esta prioridade, reforçamos a vigilância de todos os árbitros e dos delegados das partidas para advertir e denunciar este tipo de infração.

” Na súmula da partida, o árbitro José Argote não relatou nenhum tipo de atitude racista da torcida peruana. Pelo Regulamento Disciplinar da Conmebol, casos de discriminação durante jogos organizados pela entidade podem levar a perda de pontos e até a eliminação da competição.

(Com Estadão Conteúdo)


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