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Queda-de-braço entre COL, Fifa e sedes atrasa instalações da Copa



image076Nenhuma das 12 cidades-sede da Copa-2014 cumpriu o prazo inicial para as instalações provisórias para os estádios do evento. Isso levou a Fifa a traçar plano emergencial para o problema: promete anuncia-lo nesta quinta-feira. Só que o COL (Comitê Organizador Local) e a federação internacional têm tanta culpa quanto as sedes no atraso dessas estruturas complementares pelo que apurou o blog.

Há uma queda-de-braço da Fifa e do comitê com os donos das sedes dos jogos em torno do tamanho necessário desses equipamentos. Isso foi a principal causa para o atraso das estruturas complementares, que deveriam começar a ser postas em 1o de março, o que não ocorreu em nenhum lugar.

As instalações provisórias são compostas por estrutura de internet e de cabeamento para emissoras de televisão e jornalistas, cercamentos de segurança, tendas para patrocinadores do Mundial, geradores de eletricidade, entre outros itens.

A questão é que, orientado pela Fifa, o COL fez exigências de equipamentos detalhados e caros durante períodos longos para os estádios. Isso gerou reação das sedes para pedir ajustes e reduzir custos a serem bancados com dinheiro público.

O debate retardou a lista definitiva de equipamentos necessários que só ficou pronta em dezembro de 2013. Resultado: as cidades-sedes demoraram a iniciar processos de licitação para contratação de equipamentos e serviços. Agora, tudo será feito de última hora. Só quatro sedes, Ceará, Pernambuco, Mato Grosso e Paraná, já concluíram o processo de contratação.

“A Fifa queria tudo bom em prazos muito maiores. Seria bom para eles, mas implicaria em muito mais custo. Limitamos o prazo. Para se ter ideia, o custo caiu para um terço do valor original. Aqui deve sair por R$ 30 milhões, R$ 35 milhões. A cotação inicial da Fifa era R$ 100 milhões”, explicou Marcos Andrade, coordenador do Estado da Bahia para Copa.

O blog obteve um documento que comprova que a Fifa exige geradores de energia para estádios e para redes de televisão por prazos de até 16 semanas, quase quatro meses. Pelo documento, o Maracanã tem que ter os equipamentos por 111 dias, o Itaquerão, por 107, e o Estádio Mané Garrincha, por 110. A Copa só dura cerca de um mês.

“Não entendemos que foram feitas exigências fora de proporção, mesmo porque em todas as sedes com processos já viabilizados não existem locações por quatro meses. O início das instalações pode atrasar em função de indefinições de financiamento e responsabilidade de execução”, rebateu o COL.

Mas alguns Estados têm atrasado de propósito as contratações para poder instalar equipamentos apenas mais perto da Copa e gastar menos. Mas isso irrita a Fifa e o COL que queriam testa-los com antecedência. Além disso, há a acusação de que as regras do jogo demoraram a ser definidas.

“As especificações demoraram a chegar”, argumentou Marcos Andrade, da Bahia. Representante do Rio Grande do Sul, ao sair de reunião com o COL na quarta-feira, repetiu a mesma tese. Afirmou que o COL só entregou documentos finais sobre as estruturas complementares em dezembro de 2013.

“A primeira versão do projeto específico de cada estádio foi entregue em dezembro de 2012, com a principal revisão entregue em agosto de 2013 para as sedes que não participaram da Copa das Confederações. Uma revisão secundária foi entregue em dezembro de 2013. No nosso entendimento, houve tempo suficiente para realizar quaisquer projetos que fossem necessários”, contra-atacou o COL.

No total, há em torno de quatro mil itens requisitados pelo COL e Fifa para o entorno dos estádio. Quanto mais importante o jogo, mais equipamentos e mais dinheiro, como são os casos do Maracanã e do Itaquerão.

O COL admite que o único que ainda não tem solução para contratação das estruturas complementares é o estádio corintiano. Há a promessa de o plano para resolver o problema ser anunciado nesta quinta-feira pela Fifa.

 

Fonte: UOL/Rodrigo Mattos


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