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‘Porta bateu na arma e disparou’, diz defesa de PM preso por assassinato

Para defesa, tiro de policial militar que matou estudante em SP foi acidental. Soldado foi preso em flagrante, mas defensor irá pedir para Justiça soltá-lo.



O policial militar Luciano Pinheiro, de 31 anos, preso em flagrante por suspeita de matar Douglas Rodrigues, de 17 anos, durante abordagem na tarde de domingo (27), na Zona Norte de São Paulo, alega que o tiro que atingiu o estudante foi acidental. A afirmação é de seu advogado, Fernando Capano, que falou nesta segunda-feira (28) ao G1 que a porta do veículo bateu na arma que estava na mão do soldado e disparou.

A família diz que o adolescente passava com o irmão de 12 anos em frente a um bar da Rua Bacurizinho, esquina com a Avenida Mendes da Rocha, quando um policial militar que chegou ao local para averiguar uma denúncia atirou. A morte dele gerou uma série de protestos de moradores do bairro: três ônibus e um carro foram incendiados e veículos acabaram depredados. Também ocorreram saques a lojas.


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