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Personagens ilustres de Palmeira são homenageadas em forma de selo



Os Correios criaram e emitiram essa semana quatro selos em homenagem aos 128 anos de Emancipação Política de Palmeira dos Índios, nos quais figuram personagens históricas da Terra dos Xucurus: o consagrado músico Jacinto Silva, o empresário e historiador Luíz Torres, o mundialmente conhecido escritor Graciliano Ramos e o cantor e compositor Carlos Moura.

Esses nomes foram indicados pelo prefeito de Palmeira, que deve ter esquecido de sugerir pelo menos o nome de uma mulher de representação. O atual gestor costuma dizer que a maioria de seu secretariado é composto de mulheres. Ora, o mês de agosto denomina-se “AGOSTO LILÁS”, de combate à violência contra a mulher.

Considerado um dos maiores artistas populares do Nordeste, o forrozeiro palmeirense Sebastião Jacinto Silva, o Jacinto Silva, falecido no ano de 2001, até hoje é lembrado pelos palmeirenses e pela sua obra. Jacinto Jacinto Silva foi um cantor e compositor brasileiro, mestre de coco de roda. Ao longo da carreira gravou 24 LPs e dois CDs. Ele foi nascido e criado em Caruaru, Pernambuco, mas se considerava um Palmeirense de coração. Por isso que em todos os seu discos e suas apresentações, falava com carinho de Palmeira dos Índios.

Luiz B. Torres lançou seu primeiro livro, “Procissão dos Miseráveis”, em 1970, e foi com ele que recebeu seu primeiro prêmio como escritor: O do Moinho Nordeste, numa indicação unânime da Academia Alagoana de Letras. “Os Índios Xucuru e Kariri em Palmeira dos Índios” foi outro livro escritor por Luiz Torres e teve quatro edições ampliadas.

Por seu empenho em pesquisar e escrever sobre os primeiros habitantes de Palmeira dos Índios, foi convidado e tomou posse no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, em 1974. “A Terra de Tilixi e Txiliá – Palmeira dos Índios nos Séculos XVIII e XIX” foi outro livro escrito por Luiz Torres, em 1975, e que lhe deu uma Menção Honrosa, por seus méritos como historiador, pelo Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Em 1984, o Instituto Joaquim Nabuco, de Pernambuco, concedeu-lhe a Medalha de Mérito, por seus relevantes serviços prestados à cultura nordestina e brasileira.

Em 1987, recebeu da Fundação Teatro Deodoro o Mérito Cultural, face aos seus préstimos de benemerência a essa entidade. Em 1991, lança mais uma obra: “Visão Social do Evangelho”. Dois livros de Luiz Torres foram lançados in memoriam: “Roteiro Sentimental de Graciliano Ramos em Palmeira dos Índios”, em parceria com o também palmeirense Ivan Bezerra de Barros, em 1992, ano de seu falecimento, e “Jesus, o Impostor?”, em 1997.

Filho de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos, Graciliano Ramos de Oliveira nasceu no município alagoano de Quebrângulo, dia 27 de outubro de 1892. Família de classe média, Graciliano era o primogênito de 16 filhos.

Viveu em diversas cidades do nordeste brasileiro: Viçosa (AL), Palmeira dos Índios (AL), Maceió (AL) e Buíque (PE). Teve uma infância difícil assinalada por dificuldades na relação com seus pais, bastante rígidos e frios. Estudou no Internato em Viçosa e, em 1904, publicou no jornal da escola “O Dilúculo”, sua primeira obra, o conto intitulado “O Pequeno Pedinte”.

No ano seguinte, passou a viver em Maceió donde se matricula no Colégio Interno Quinze de Março, local em que estabelece uma relação de identificação com a língua e a literatura. Quando terminou o segundo grau, em 1914, seguiu para o Rio de Janeiro e trabalhou como revisor dos jornais “Correio da Manhã”, “O Século” e “A Tarde”. No ano seguinte casou-se com Maria Augusta Barros, que faleceu pouco tempo depois; com ela teve quatro filhos. Também atuou na carreira política, sendo eleito prefeito da cidade de Palmeira dos Índios, em 1928, cargo que ocupou até 1930. Por conseguinte, a partir de 1930 assume a direção da Imprensa Oficial e da Instrução Pública do Estado em Maceió.

Em 1936, casou-se com Heloísa Leite de Medeiros, com quem teve quatro filhos: Ricardo, Roberto, Clara e Luísa. Foi filiado ao partido comunista sendo preso sob acusação. Apesar de possuir uma personalidade muita ácida, o próprio escritor ressaltou: “Em qualquer lugar, estou bem. Dei-me bem na cadeia. Tenho até saudades da Colônia Correcional. Deixei lá bons amigos.” Faleceu no Rio de Janeiro, dia 20 de março de 1953, vítima de câncer no pulmão. Graciliano Ramos teve reconhecimento mundial por meio de sua obra mais célebre, “Vidas Secas”, que vendeu mais de 10 milhões de livros e foi traduzido em mais de 100 idiomas, tendo sido inclusive protagonizado no cinema por Jofre Soares. 

Carlos Moura era “tabaqueiro”, denominação dada popularmente a quem é natural do bairro palmeirense de Palmeira de Fora. Carlos Moura é um cantor e compositor de música popular brasileira. Iniciou a carreira na década de 1970, em Maceió, quando integrou o conjunto “Os Bárbaros”, cantando em matinês.

Palmeira dos Índios comemora seus 128 anos de Emancipação Política no próximo dia 20 de agosto.


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