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Motorista é assassinado com seis tiros em pleno centro de Pão de Açúcar

A minha indignação pela demora na remoção do corpo pelo Instituto de Criminalística



Considero um afronta à sociedade pão-de-açucarense, o assassinato do motorista José Petrúcio dos Anjos, conhecido como “Linguinha”, neste sábado (16), por volta de 09 horas e 30 minutos, em pleno centro da cidade. Informações dão conta que os executores da vítima estavam com seus rostos cobertos com capacetes e usaram uma moto para evadirem-se do local do crime. Informações dão conta, ainda, que a vítima estava sentada em um banco da praça, conversando com alguns amigos, na Avenida Bráulio Cavalcante, precisamente em frente à Caixa Econômica Federal, já que o local é um ponto de encontro para bate-papo de amigos.

No momento em que os amigos da vítima saíram um a um, o executor a surpreendeu pelas costas, deflagrando seis tiros à queima-roupa, todos atingindo a cabeça de José Petrúcio, que sem tempo para reagir, morreu no local da cena. Logo em seguida, o autor dos disparos evadiu-se do local do crime em uma moto que o esperava, tomando destino ignorado.

Os disparos foram suficientes para chamar a atenção das pessoas e aos poucos  se formou uma multidão de curiosos ao redor  do corpo que teve que esperar sete horas e meia para ser removido para o IML de Arapiraca, pois  o perito do Instituto de Criminalística só chegou de Maceió, por volta de 17 horas. Após a liberação pelo IML, o corpo será sepultado neste domingo(17), no Cemitério São Francisco de Assis, em Pão de Açúcar.

Para não cometer uma injustiça nesta minha narrativa, quero dizer que funcionários do IML de Arapiraca não demoraram a chegar ao local do crime, embora ficaram esperando, também, pela chegada do rabecão e do perito do Instituto de Criminalística. Enquanto isso, uma viatura da Polícia Militar também permaneceu no local, fazendo os primeiros levantamentos sobre o ocorrido.

Mas uma cena que me deixou bastante chocado foi a esposa e dois filhos da vítima terem que ficar sentados ao lado do corpo de seu ente querido, esperando a chegada do perito e do rabecão para o traslado do corpo.

Se os criminosos afrontaram à sociedade e à polícia, demonstrando muita ousadia ao tirarem a vida de um filho da terra em pleno centro da cidade, quebrando, assim, o clima de paz e de tranquilidade do feriadão, o Instituto de Criminalística demonstrou a gritante falta de respeito para com a vítima e para com seus familiares, que tiveram que esperar, ao lado do corpo, por  quase oito horas.

Não me interessa saber se a vítima tinha encrencas ou não, porque este assunto cabe somente à policia investigar e elucidar o crime, para que a Justiça possa julgar e condenar os verdadeiros culpados.  A minha grande indignação é para com ato mesquinho de violência praticado por forasteiros assassinos contra um filho desta terra, que tem a família morando em Pão de Açúcar.

Ao saber da triste notícia, eu me encontrava fazendo uma de minhas palestras semanais para os dependentes químicos internados na CLISADEQ. Depois tive que me deslocar para a residência de uma parenta, para participar da festinha de aniversário de uma criança pertencente a minha família.

Fiz de tudo para esconder a minha tristeza e indignação, mas confesso que não consegui porque este crime bárbaro me deixou muito transtornado, principalmente porque conheço a vítima e sua família.

Lamento profundamente o ocorrido que ceifou a vida de um conterrâneo trabalhador e pai de família, que atualmente sobrevivia do comércio de peças para motos, loja que instalou em sua própria residência. Do mesmo modo lamento, por ter sido quebrada, neste feriado prolongado, a paz da população ordeira de Pão de Açúcar, com este assassinato brutal.

Com referência à remoção de corpos dos locais onde ocorrem as trágicas mortes, na qualidade de profissional de comunicação, exijo mais respeito dos dirigentes do Instituto de Criminalística de Alagoas para com as famílias das vítimas que, além de chorarem pela perda trágica de seus entes queridos, são obrigadas, também, a sentirem a dor da humilhação e constrangimento provocada pela exaustiva e desumana espera.   Chega de tanto descaso e humilhação, pois os corpos que ficam esperando, estendidos ao chão, não são de animas sem dono, são corpos de seres humanos!!!


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