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Ministro do Trabalho chora ao negar envolvimento em irregularidades

Convocado, Manoel Dias falou na Câmara sobre repasses a ONGs. Ele disse que não participou de suposto esquema para empregar militantes.



O ministro do Trabalho, Manoel Dias, chorou nesta quarta-feira (26) em audiência pública na Câmara ao negar envolvimento em um suposto esquema para empregar militantes do PDT como funcionários “fantasmas” da ONG ADRVale. O esquema teria tido início em 2008, quando Dias era presidente do diretório do PDT em Santa Catarina e secretário-geral da sigla.

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A ADRVale era beneficiária de convênios com o Ministério do Trabalho, mas foi extinta em 2012 depois que a Controladoria-Geral da União proibiu que novos convênios fossem firmados com o poder público.

Dias e os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) e Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) foram convocados falar na Comissão de Fiscalização e Controle sobre irregularidades em repasses do governo a ONGs. A aprovação dos requerimentos ocorreu no dia 12 de maio, em uma semana marcada pelo agravamento da crise entre a base aliada e o Palácio do Planalto.

A justificativa usada para a audiência foi o recebimento pelo Ministério Público Federal em Santa Catarina, no dia 10 de março, de um  inquérito que citaria o ministro do Trabalho em suposto esquema de corrupção.

Ao responder questionamentos de deputados, Manoel Dias se emocionou e teve que interromper a fala por cerca de um minuto.

“Não vão encontrar nada na minha vida. Eu tenho família e eu sempre atuei corretamente”, disse o ministro. Depois de uma pausa para se recompor, Dias disse que vem “de uma geração que ainda sonhava em fazer uma revolução”.

“Eu não tenho nada com relação a essa entidade. Conheço as pessoas que a constituem. Um dos diretores dessa empresa [ADRVale] foi prefeito de Brusque (SC) pelo PDT. É uma pessoa que, se errou, cada um paga pelos erros que comete”, afirmou.

Convênios irregulares
Na audiência pública, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) apresentou um resumo das ações da pasta no controle de repasses do governo a ONGs.

Segundo Jorge Hage, foram identificadas irregularidades nos convênios de 28 organizações não-governamentais com o Ministério do Trabalho, firmados entre 2011 e 2012.

“Dessas ONGs, 18 já estão inseridas no cadastro como impedidas de celebrar novos convênios”, disse o ministro da CGU.

Ainda durante a audiência, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, fez uma defesa enfática das parcerias entre o governo e ONGs.

“Começo destacando a importância dos movimentos sociais e sociedade civil na construção de uma nova sociedade e um novo país. Essas entidades empregam mais de 2 milhões de brasileiros. Se essas entidades cruzarem os braços hoje, o Brasil para”, disse Carvalho.

G1.com


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