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Médico palmeirense faz sucesso na cardiologia



O médico Fabian Fernandes da Silva pode ser considerado como um dos exemplos de superação. Natural de Palmeira dos Índios, ele decidiu cursar Medicina na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) no início da década de 1990. Já de alguns anos, tornou-se um dos melhores cardiologistas do estado e, para tanto, precisou vencer desafios que só o fortaleceram, como pessoa e profissional.

Ao ser aprovado no vestibular, o jovem, filho de costureira e de servidor público, mudou-se para Maceió, onde precisou morar em pensionatos e repúblicas. No entanto, o cardiologista sente-se orgulhoso das dificuldades que o ajudaram também a ser o profissional que se tornou, na vontade antiga de ajudar, de alguma forma, as pessoas. “Tive que ralar muito. Minha mãe é um espelho e meu pai foi austero, mas ordenador das coisas”, pontuou.

Sua jornada na medicina já chegou aos 20 anos, mas o cansaço está longe, bem longe do cardiologista que mantém a rotina de trabalhar seis dias por semana em Maceió, onde trabalha na Santa Casa de Misericórdia, Palmeira dos Índios, Cacimbinhas e Colônia de Leopoldina.

Na Santa Casa de Misericórdia, Fabian Fernandes atua como responsável clínico de transplantes de coração e também na enfermaria de cardiologia há cerca de 19 anos. “A correria é grande para tentar adaptar horários”, disse o médico que é casado há 10 anos, tem dois filhos e uma enteada. “Minha relação com eles é espetacular, uma relação de amor incondicional, de admiração”.

“Se perguntarem onde e como cheguei respondo que foi com muito trabalho, humildade e algo muito importante, a hierarquização no ambiente de trabalho. A ética com os colegas é tudo. Nada vem por acaso sem trabalho e, se vier, é leve, não tem base”, frisou o cardiologista.

Trabalho de sucesso


Fabian Fernandes começou sua carreira como plantonista clínico e médico do Programa de Saúde da Família (PSF) em Cacimbinhas há cerca de 18 anos. “Lá nós desenvolvemos um trabalho esplendoroso, no qual fomos agraciados como a 16ª cidade no país em saúde pública básica, o Prêmio Saúde Brasil”, lembrou.

Graças ao trabalho desempenhado na cidade sertaneja, a prefeita da época, Noêmia Wanderley, a quem o médico nutre admiração como política e pessoa, “me fez um convite para trabalhar com o filho dela, José Wanderley Neto, cirurgião de renome mundial. Formei médico para ser residente em cardiologia. Conheci a cardiologia e me apaixonei”, frisou Fabian que desejava ser ortopedista quando universitário.

Para ele, trabalhar com José Wanderley Neto, parceria que continua até hoje na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, foi a conquista e realização de um sonho. “Aprendi que nada resiste ao trabalho, nem a inveja, a perseguição, o mal humor. Um dia você ganha e outro pode perder. Um dia alguém vê o seu trabalho, quando digno. Sou reconhecido onde chego, graças ao meu trabalho. Para isso, eu tive uma base”, justificou.

O médico afirma que sempre lidou com pessoas humildes. Por isso, até hoje, trabalha com pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), em sua maioria. “Quando a gente gosta do que faz é como um jogador de futebol que faz um gol e não se cansa de jogar”, comparou.

Gostar de pessoas


Para os jovens que desejam fazer o curso, Fabian Fernandes lembra que gostar de pessoas é o principal fator para se tornar um bom profissional. “Se você não gosta de pessoas, em absoluto não faça medicina. Nem tente. Já cheguei a atender 30 pessoas por dia e, além de medicar, temos que acalentar em boa parte das vezes”, afirma.

Segundo o médico, em breve, a medicina deverá estar saturada. Isso porque, já foram aprovados 11 novos cursos para o Sudeste e 15 para o Norte/Nordeste. “Poderá saturar em 10 anos. Acredito que doente não tem que ter todos os dias. Todos os médicos são iguais, devem ter a mesma competência. Não importa se é do posto de saúde ou o melhor cirurgião do [Hospital] Albert Stein, em São Paulo”, explicou.

O palmeirense


PMesmo residindo em Maceió, Fabian Fernandes continua, como frisou, apaixonado pelo município onde nasceu. “Palmeira é um amor da minha vida. Sou louco pela cidade. Chego às vezes a andar sozinho à noite contemplando Palmeira. Quero um futuro bem melhor. Quero que as pessoas que nos dirigem, por amor, como eu tenho, nos visse como uma cidade que merece desenvolver”, argumentou.

Num momento saudosista, Fabian Fernandes afirma que, em sua época de juventude em Palmeira dos Índios, havia mais dedicação entre as amizades. “A gente conversava, trocava ideias. A modernidade, a globalização e a midiatização melhoraram muito o conversar, mas afastou o afeto das pessoas que hoje acham que se conhecem pelo WhatsApp. Isso só faz mal ao coração e tornou as pessoas individualizadas”, ponderou. Por falar em coração, o cardiologista recomenda que as pessoas procurem viver mais serenas. “O remédio é a prevenção. Se você previne, nada advém de efeitos para tratar. Evitar o stress, que é causador de muitas doenças, como o câncer. 80% dos casos tem a ver com os hábito de vida”, recomendou o médico.


1 comentario sobre “Médico palmeirense faz sucesso na cardiologia”

  1. Ângela Cavalcante. disse:

    Que orgulho desse médico,Nordestino,Alagoano da nossa linda cidade.Sucesso dr Fabian.Agente colhe o ir planta.Nada é fácil,tdo se consegue com MTA luta.É isso aí guerreiro,humildade sempre, não abondonador suas origens.Parabéns, continue sendo essa pessoa,ser humano exemplar.Firte abraço.

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