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JOSMÁRIO SILVA – COM QUEM O TERMO “COMUNICAÇÃO” SE AJUSTA

...e o Rádio acontecia em Palmeira dos Índios



Por Carlos Augusto Barros

20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra todos os anos e, coincidente e infelizmente, aniversário de seis anos da partida, de entre nós de um dos maiores comunicadores desse Estado: o radialista Josmário Silva, que tantas e tantas vezes defendeu dentro e, fora inclusive de sua profissão, as causas e as reclamações dos irmãos negros e combateu as injustiças cometidas contra os mesmos e sua brasilidade. Por onde quer que Josmário tenha passado – muitos microfones – sempre fez questão de destacar que somos – nós brasileiros – mesmo que aparentemente brancos, descendentes de Índios e negros.

Sua vida profissional no rádio teve início em 1971 na Rádio Educadora Sampaio AM, onde trabalhou por 23 anos. Trabalhou também nas principais emissoras alagoanas das cidades de Penedo, Arapiraca, Santana do Ipanema e Palmeira dos Índios; ele chegou a atuar ainda nas rádios Meridional AM e Jornal AM, ambas em Garanhuns, interior do estado de Pernambuco; ele inaugurou as rádios Delmiro AM e FM, ambas em Delmiro Gouveia, sertão de Alagoas. Em 1996 retornou à sua cidade natal para comandar o programa “A Vez do Povo”, na Rádio Palmeira FM, recém-inaugurada.

Josmário começou sua carreira no rádio esportivo em 1975. Narrou diversos jogos, dentre eles, vários da Seleção Brasileira de Futebol. Ao longo de sua carreira participou de vários congressos em todo o Brasil. Atuou como integrante do Sindicato dos Radialistas Profissionais de Alagoas e da Associação de Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA).

Recebeu várias homenagens e prêmios ao longo de sua vida profissional. Em 1994, por exemplo, recebeu em Salvador (BA) o troféu Bola de Ouro, concedido pela FIFA como melhor cronista desportivo do ano. Além desse, nos anos de 1998 e 1999, foi agraciado com o troféu e pergaminho “Óculos da Bondade”, em Palmeira dos Índios.

Em 2002 recebeu a comenda Jofre Soares concedida pela Fundação das Culturas de Palmeira dos Índios. Em 2006 ganhou o Prêmio Odete Pacheco, realizado pela Eventur’s, como um dos melhores radialistas do Estado. Em 2007, último ano de vida do radialista, recebeu a comenda Luiz Byron Passos Torres na Festa dos ex- alunos e ex- professores do Colégio Pio XII.

No mesmo ano foi acometido por uma paralisação renal que o levou a fazer hemodiálise. Em 20 de novembro de 2007 o radialista veio a óbito, no Hospital Regional Santa Rita, em função de uma parada cardíaca decorrente do Diabetes. Triste lembrança, e ao mesmo tempo feliz, por sabê-lo ter sido um dos grandes construtores do Rádio e da comunicação alagoana como um todo durante quase quatro décadas, e durante esse período ter orientado e formado jovens radialistas e jornalistas de sucesso, hoje na mídia.

O amor à Comunicação, ao Rádio e principalmente à profissão lhe conferiram o devido respeito e a admiração de todos pela forma com que exercia o Jornalismo, a verdade e a cidadania.

Josmário Silva não era do Rádio palmeirense, nem só de Alagoas. Josmário era apenas do Rádio, veículo que é universal e até que, daqui a muito tempo consiga se provar o contrário, é imortal.

As vozes permanecerão sempre. Suas criações, seus jargões e, principalmente seus exemplos.

O Rádio deve muito a Josmário Silva, um dos maiores nomes desse meio, e que nunca cansou de repetir: “Quem não que ser notícia, não deixa que fatos aconteçam”. Um dos princípios básicos do jornalismo, cujo entendimento só cabe aos que amam a profissão.

 

Josmário se foi, mas o seu exemplo ficou.


5 comentarios sobre “JOSMÁRIO SILVA – COM QUEM O TERMO “COMUNICAÇÃO” SE AJUSTA”

  1. James Braddock disse:

    Disse Josmário: ”Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam, porém a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : ‘ Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !’ Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Então ore para que vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Porque… Ser seu amigo já é um pedaço dele !

  2. jaira disse:

    Tava emocionada ,qd postei o 1 comenterio,eu era sua cunhada!

  3. Marcos Guimarães disse:

    Quando fui dirigente do Sindicato dos Radialista, tive por diversas vezes o prazer de contar com a participação do amigo Josmário Silva, como representante da entidade sindical na terra chucuru. Além de outros colegas de Palmeira, ele era a peça importante na luta da categoria, para alcançarmos conquistas abrindo espaços na base para a consciência política sindical. Lembro de 1997, ao lado do também saudoso Otávio Rocha e Chaparral quando realizamos em Palmeira o Congresso Estadual dos Radialistas. Durante quase três meses estivemos convivendo com o Josmário, que foi naquela oportunidade peça importante para sucesso do evento. Deixa muitas saudades!

  4. Marisa disse:

    Josmário foi um homem de bem como muitos poucos exsitentes em Palmeira dos Índios. Ainda bem que deixou uma semente, chama Grazianne Duarte, que aos pouco está mostrando a que veio. Que o bom pai lhe conceda muito sucesso na sua jornada, e coloque o nosso amado Josmário num bom lugar.

  5. Jaíra disse:

    Josmário foi e é exemplo pra todos realmente…e eu,na qualidade de sua sobrinha,que ele brincava comigo já com gravador…sinto até hj sua partida!Eternamente a voz que não se cala!E fiquei muito emocionada com a criação deste portal ,por minha sobrinha…que parece e deve ser a continuidade dele!!!! SAUDADES ETERNAS!

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