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Delegado de Palmeira fala ao Estadão sobre assassinatos



O aumento da criminalidade que está ocorrendo em Palmeira dos Índios nos últimos meses tem preocupado a sociedade palmeirense de um modo geral.

O que a população questiona é sobre as providências tomadas pelas autoridades policiais, juntamente com órgãos municipais e estaduais.

Além dos assaltos, estupros, homicídios, tentativa de trucidamento, roubo de veículos e outras delinquências, as pessoas estão se sentindo trêmulas no que diz respeito ao tempo que passam numa casa lotérica, ou num posto de atendimento eletrônico de um banco, visto o alto risco de se tornar vítima de um crime a qualquer momento.

Para falar sobre estes e outros assuntos o Portal Estadão de Alagoas apresenta uma entrevista exclusiva com o delegado regional de Palmeira dos Índios, José Carlos Sales para alguns esclarecimentos.

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Estadão Alagoas– Como o senhor analisa este momento porque passa Palmeira dos Índios, em relação à violência?

Sales– Preocupante, mas isso se deve ao aumento populacional. Não podemos negar que o investimento na segurança pública deixa á desejar. Devido a pouca quantidade de policiais, ao invés de sairmos para investigar, temos que ficar fazendo vistorias nas delegacias por causa da superlotação.

Estadão Alagoas– Em sua opinião a violência em nossa cidade, cresceu, está estável ou diminuiu com relação ao período?

Sales– Devo admitir que a violência está crescente, são vários os fatores que concorre os crimes.

Estadão Alagoas– De que forma a polícia está preparada para coibir certos tipos de conduta por parte de bandidos?

Sales– Se torna imprescindível o auxílio da PM nesse tipo de coação, a Polícia Civil sozinha não tem como combater o crime.

Estadão Alagoas– O que falta? Por que falta? Depende de quem?

Sales– O quadro da polícia civil está defasado, chegamos a um ponto crítico. Falta políticas públicas através de concurso. Estamos aguardando tomar posse os policiais que passaram no último concurso, já encaminhamos requerimento solicitando seis novos policiais. A demanda é muito grande, são onze delegacias para três delegados nessa região.

Estadão Alagoas– Ultimamente ocorreram alguns homicídios no nosso município. Gostaríamos que o senhor citasse como andam as investigações do assassinato (daquele rapaz que sofreu uma tentativa e depois mataram no povoado Amaro), do caso da Vila Maria, no dia da Cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho, e mais recentemente da jovem Marisa Ferreira que foi assassinada no bairro Paraíso. – O que de concreto a polícia já tem sobre isto?

1957376_829018603781163_1781057309_nSales– O caso do jovem identificado como Leandro da Silva Rocha, que foi assassinado com vários tiros de arma de fogo dentro da residência no Sítio Amaro, até o momento está sem autoria. Em relação ao fato dos dois algozes chegar á casa da vítima de colete, alegando serem policiais, serviu para facilitar a execução, não que de fato fossem.

Já em relação à morte do mototáxi Donizete da Costa durante a cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho, que passava por Palmeira com destino a Arapiraca, no início do mês, já foi solucionado. Três pessoas foram presas entre eles um militar. O motivo foi a cobrança de uma dívida, ainda não se sabe o que originou a divida, mas o crime tinha características de acerto de contas.

No caso da jovem Marisa Ferreira existem quatro linhas de investigação. Não posso afirmar,  mas existe uma grande possibilidade de ser crime passional. Grande parte da família já deram depoimentos.

Estadão Alagoas– Como o senhor vê a atual situação física da delegacia de Palmeira?

Sales– A minha luta é constante para tirar essa carceragem daqui, é muito preocupante a atual situação devido a falta de água. Uma omissão dos poderes em relação á esse caso.

Corpo de Bombeiros nos abastece de água, mas não é o suficiente para a grande demanda. As condições dos presos é sub-humana em relação á limpeza e higiene, com o mal cheiro fica difícil a permanência desses presos, devendo os mesmos ser transferidos para o sistema prisional. A situação é humilhante tanto para os policiais como para os presos.

Já pensou o que é passar 24h sem higiene pessoal? Somente isto já é motivo para interdição. Vou procurar a OAB para marcar uma audiência com prefeito para pedir apoio e resolver essa situação.

Estadão Alagoas– Estamos nos aproximando do Carnaval. A polícia tem algum esquema especial para este período?

Sales– Sim, estaremos cumprindo a mesma escala de sempre, trabalhando em parceria com a PM.

Estadão Alagoas– Que conselho o senhor daria às pessoas que vão brincar o carnaval e, com relação à prevenção de furtos residenciais, o que seria prudente para quem vai deixar sua casa sozinha?

Sales– Aconselho não deixar o imóvel abandonado. Se viajar, deixe alguém para tomar conta.

Estadão Alagoas– Quem for preso durante o carnaval por qualquer confusão, qual será a conduta da polícia?

Sales – Se flagrante será recolhido para a delegacia.

Por Grazi Duarte – MtB 43839-SP


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