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Corpo de preso morto em presídio do Agreste continua no IML de Arapiraca

Renailson Barbosa era indígena de uma tribo de Águas Belas, PE. Irmã da vítima não possui documentos que comprovem parentesco.



Apesar de ter sido reconhecido pela família, o corpo do reeducando Renailson Barbosa, 23 anos, encontrado com sinais de enforcamento em uma cela do presídio do Agreste, na tarde do domingo (29), permanece no Instituto Médico legal (IML) de Arapiraca. O motivo é que a família não possui documentos que comprovem o parentesco com a vítima.

Segundo uma funcionário do IML de Arapiraca, o procedimento para liberação do corpo só pode ser feito por parentes de primeiro grau que apresentem a devida comprovação. Enquanto isso, o cadáver continua na geladeira do Instituto, onde deve ficar por alguns dias, podendo seguir para ser enterrado como indigente caso a família não faça a retirada do corpo.

A dona de casa Maria Tavares, que foi casada com o pai de Renailson Barbosa, disse que o jovem, que sempre apresentou problemas mentais, é indígena e natural da tribo Fulni-ô, de Águas Belas, município de Pernambuco.

“O pai dele, que se chamava Romilson, já morreu e parte dos parentes diretos dele, que não conheço direito, vivem em Bom Conselho, também em Pernambuco”, expôs, ao fazer um apelo para tentar resgatar o corpo do enteado. Na ocasião, elas contou que não tem condições de viajar para comunicar os familiares, mas que deseja fazer o enterro do rapaz.

Entenda o caso
Um reeducando foi morto vítima de enforcamento no presídio do Agreste, localizado no município de Girau do Ponciano, interior de Alagoas. De acordo com nota divulgada pela Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP), Renailson Barbosa foi encontrado sem vida na cela seis do módulo seis da unidade prisional na tarde deste domingo (29).

Ainda segundo a nota, a vítima cumpria pena no sistema prisional alagoano desde o dia 2 de dezembro deste ano e dividia a cela com outros seis presos, que foram encaminhados à delegacia do município para serem ouvidos pelo delegado de plantão.

O Instituto Médico Legal (IML) e Perícia Oficial estiveram no local da morte para realização dos procedimentos necessários. A SGAP informou que já entrou em contato com os familiares do reeducando para informar sobre o ocorrido e que vai instaurar uma sindicância para apurar a morte.

 


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