Corpo de Arlindo Pedro é enterrado ao som de sanfoneiros e cantores



O corpo do sanfoneiro palmeirense, Arlindo Pedro da Silva foi enterrado na tarde desta quarta-feira (28), no Cemitério São Gonçalo em Palmeira dos Índios.

A cerimônia foi acompanhada por familiares, amigos e artistas, ao som de sanfoneiros e cantores.

Arlindo da sanfona morreu na madrugada desta quarta-feira (28) de um ataque cardíaco, em sua residência em Palmeira dos Índios, aos 68 anos, deixando esposa, três filhos e netos.

Arlindo Pedro deixou uma lacuna impreenchível. A partida do mestre da sanfona deixa cada vez mais orfã a cultura alagoana e palmeirense.

Trajetória

Quando criança, já arriscava os primeiros acordes na sanfona por influência de seu pai, “Antônio Praça”. O primeiro contato com o instrumento foi aos 10 anos, através da sanfona pertencente ao pai. Arlindo tomou tanto gosto pela música que acabou tornando-se sanfoneiro.

Viveu alguns anos em São Paulo e foi parceiro do “mestre” Dominguinhos. Com ele tocou por diversas vezes no Centro Nordestino na capital paulista.

Em seu retorno para Palmeira dos Índios permaneceu em suas atividades, com o grupo Arlindo e seus regionais, composto por Bode Rouco (pandeiro), Zito (triângulo), Jota e Daniel na zabumba e agogô, animando as festas na cidade e região. O repertório do regional era variado, do forró ao chorinho.

Arlindo era de família tradicionalmente conhecida na música, além de seu pai Antonio, seu irmão Osmar já falecido, também era músico, além dos sobrinhos.

 


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