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Baderna no alojamento: Garrafadas, palavrões e agressão ao torcedor



O empresário João Paulo que denunciou a orgia de alguns jogadores do CSE, cujo caso repercutiu nacionalmente, se dirigiu no final da noite desta terça-feira (18), à Delegacia de Palmeira dos Índios, tendo em vista que foi vítima de agressão verbal, quando ainda se encontrava no seu estabelecimento comercial por volta das 22h, na rua José e Maria Passos.

Segundo informações do empresário, elementos embriagados que não foram devidamente identificados, atiraram várias garrafas de cervejas de cima do apartamento que serve de alojamento para os atletas do CSE, além de gritarem palavras de baixo calão para o empresário que se encontrava na sua Lan House, localizada acerca de 50 metros da nova “casa noturna” da cidade.

Como o mesmo não abriu a porta, optando por preservar sua integridade física, os elementos também promoveram mais gritarias e quebras de garrafas, usando inclusive, palavras ofensivas dirigidas ao próprio João Paulo e seus familiares, e o provocando a descer, e filmar o que estava sucedendo. O apartamento do empresário também está localizado junto à sua empresa.

O bom senso do empresário fez com que ele se dirigisse até à Delegacia Regional, para prestar a segunda queixa crime, desde o dia da divulgação do vídeo.

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O Estadão Alagoas ousa perguntar aos dirigentes do CSE:

Qual a critério da diretoria do CSE para contratar e dispensar atletas?

O conceito moral tem peso?

Os atletas dispensados ainda estão morando no apartamento custeado pelo CSE?

A diretoria procura saber da vida do atleta que está contratando?

Se a resposta for sim, justifiquem então esta contratação abaixo;

Traficante proibiu volante Yves, que posou para fotos com o Imperador, de voltar para casa

adriano e ives“[…] As investigações sobre a quadrilha que controla o tráfico de drogas no Complexo da Penha mostram que outro jogador, também nascido e criado na comunidade e amigo de infância de Adriano, chegou a ser proibido de pisar na favela.

O volante Yves, que atuou no Vasco e hoje defende o CSE, não teria comparecido a uma festa de fim de ano na favela e teria passado a sofrer ameaças de Fabiano Atanásio da Silva, o FB, chefe das bocas de fumo da Vila Cruzeiro.

Apavorado, Yves teria decidido não ir para a casa onde vive sua família. Ontem, um advogado do Imperador admitiu que o jogador sacou dinheiro após pedido de traficante. O objetivo seria a compra de cestas básicas.

A relação entre Adriano e Yves é antiga. Vizinhos de comunidade, eles cresceram juntos e cultivaram a amizade. Em 2007, o craque levou o amigo para a Itália, onde posaram para fotos polêmicas.

1654980_843778622305161_382329893_nEm uma, o atacante segura uma suposta arma de brinquedo e o meia exibe um abajur dourado em forma do fuzil AK-47. Em outra foto, que O DIA revelou segunda-feira, os dois jogadores mostram com as mãos as letras C e V, iniciais de Comando Vermelho, facção criminosa que domina o lugar onde nasceram.

O episódio que amedrontou Yves ocorreu em dezembro, curiosamente no mesmo período em que Adriano sentia-se pressionado por FB a entregar R$ 60 mil, que agora o craque afirma ser para a compra de cestas básicas para moradores. Na época, o volante — já morando em Curitiba, mas ainda sem clube — contou a um amigo que já tinha comunicado à família que não poderia mais pisar no Complexo da Penha, já que temia ser morto pelo chefão do tráfico.

A revolta de FB se deu por conta de uma das tradicionais peladas de fim de ano que jogadores profissionais costumam organizar em diversos pontos do País. Yves ainda tentou explicar a outros dois homens — um mototaxista conhecido como Erivelto e um bandido de apelido Na Capa, que seriam seus intermediários — que o jogo realizado no campo do Olaria Atlético Clube, na verdade, não era promovido por ele, que teria participado apenas como mais um convidado.

O fato é que Fabiano descobriu que vários policiais civis e militares teriam ido ao jogo no Olaria, o que o deixou revoltado. Outros quatro jovens da comunidade, também amigos de infância de Adriano e Yves, também acabaram ameaçados pelo líder da quadrilha. O meia, então, teria decidido não voltar à Penha com medo de ser assassinado.

Assim como Adriano, Yves também será intimado a depor em dois inquéritos da Polícia Civil: na investigação da 38ª DP (Brás de Pina) e em outra, aberta esta semana pela Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), baseada nas fotos em que eles aparecem fazendo o gesto de CV e em posição de atirador.[…]

Com a palavra o presidente do CSE para responder especificamente sobre o critério de contratação de atletas, e por que os elementos dispensados ainda estão fazendo arruaças na cidade, vivendo à custa do CSE.

Entendendo que um clube de futebol é uma empresa, a contratação de um atleta ou membro de comissão técnica, tem que passar pelo crivo dos bons antecedentes criminais. O não gerenciar um clube como uma empresa, é razão para quebradeira, desespero, e findar por manchete de páginas policiais.

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No caso do sr. João Paulo, O Estadão Alagoas entende também que ao prestar queixa crime, é um dever das autoridades policiais chamarem as partes, visto que, há de se concluir que o caso poderá chegar a um estágio bastante grave.

O empresário está coberto por queixa prestada, aguardando a ação da Polícia Militar.

O Código Penal brasileiro de 1940, ainda em vigor, traz a figura da legítima defesa em seu artigo 25: “Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem”.

Se o leitor entende que deve ler a matéria completa a respeito do Yves, pode clicar;

Aqui e boa leitura.

Da Redação do Portal Estadão Alagoas


3 comentarios sobre “Baderna no alojamento: Garrafadas, palavrões e agressão ao torcedor”

  1. edival silva santos disse:

    è bom que fique bem claro nem todo mundo è mole em palmeira nem todo mundo tem paciencia como esse cidadão ai entenderam bangunceiros.fiquem espertos.

  2. Anti CSE disse:

    É pra que serve esse clube, não se preocupam em jogar bola, aí vão tomar cachaça, fazer orgias e pertubar o sossego alheio. Nós palmeirenses esperamos que tomem as providências, seja a polícia, seja a presidência do clube ou até mesmo a prefeitura municipal!

  3. Cleodon Aguiar disse:

    Mais ninguém comenta nada? eita povo covarde e e mole é esse povo palmeirense!!!!

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