porno sex sifresiz mac izle online film seyret r57 c99 shell


Alexandre; O goleiro sem uma perna



Você viu o vídeo aí em cima? Sim, esse goleiro não tem uma perna. E não tem vergonha disso. “A deficiência está na cabeça”, avisa Alexandre Toledo. Aos 37 anos, ele convive com a falta da perna esquerda desde 1996. Em 16 anos, se tornou uma verdadeira lenda dos campos de várzea de São Paulo.

Imagine passar uma hora, uma hora e meia, em um pé só. Para quem tem duas pernas, é uma tarefa quase impossível. Imagine jogar bola, então… Quando Alexandre teve de amputar a perna, também pensava assim. Sofreu o acidente em 1996. Estava de moto e colidiu com um carro que vinha na contramão. “Na hora, achei que só tinha quebrado a perna. Senti o inchaço começando, mas achei que iria colocar o gesso e em dois meses iria voltar”. Estava errado.

As fraturas na perna esquerda eram numerosas e ele passou meses em cima da cama, dependendo dos outros para fazer tudo. Após um ano tentando a recuperação, os médicos desistiram. Alexandre tinha, então, duas opções: manter a perna, e carregar um peso morto, ou amputar e viver uma vida “quase normal” – aspas do próprio. A carreira no futebol – ele era goleiro de um time profissional de divisões inferiores em Minas Gerais – já estava acabada. A vida “normal”, porém, estava começando.

“Quando chegou a hora de escolher, meu pai disse que apoiaria minha decisão. Mas lembrou que ele e minha mãe não estariam ao meu lado para sempre. Não adiantava abaixar a cabeça e ficar chorando. Foi um direto no queixo que ele me deu. E tenho certeza que é graças a isso que sou uma pessoa realizada hoje.

Tudo o que eu conquistei até hoje aconteceu depois do acidente. Tenho uma mulher maravilhosa que conheci já após o acidente, um filho que eu amo, meu emprego (trabalha com logística internacional) que adoro, comprei a minha casa”.

Já são 16 anos jogando com uma perna só. E jogando bem. Os companheiros de time confiam em Alexandre e seus zagueiros jogam sem pensar duas vezes em proteger o gol. E os rivais o tratam com o respeito que um grande goleiro merece – com ou sem deficiência.

UOL


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *



Estadão Alagoas 2016 | Todos os Direitos reservado - Desenvolvido por Interactive Monkey