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Alagoas discute projeto de plantas medicinais e fitoterápicos para o SUS

APL da Horticultura mobilizou muncípios da rota como: Arapiraca, Palmeira dos Índios, Feira Grande, Lagoa da Canoa, São Sebastião e Taquarana



Por Redação

Fontes: Sesau e Humberto Sant´Anna

 

 

Foi realizado no Centro de Convenções de Maceió o I Seminário de Plantas Medicinais e Fitoterápicos de Alagoas nesta terça (03). A ação foi promovida pela Secretaria Estadual de Saúde.

Com o objetivo de fortalecer a prática integrativa e complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e também a redução dos custos, o projeto proposto pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) tem o objetivo de englobar a cadeia produtiva de cultivo, produção e dispensação dos fitoterápicos, e conta com a intersetorialidade de ações com a Seplande, Sebrae, AMA, Ufal, Cosems, MS, Secti, Afal, Seagri e SMS Maceió.

Também foram realizadas oficina de Sensibilização do público alvo do APL de Horticultura de Alagoas e populações tradicionais do Estado, como os indígenas e quilombolas para o cultivo orgânico de plantas medicinais, com vistas a incorporá-los ao APL de Fitoterápicos, o uso de Plantas medicinais e Fitoterápicos em Alagoas, apresentação de experiência do PPSUS/ALAGOAS e Casos de Sucesso além de apresentação de Projetos de pesquisa e extensão sobre o Uso de Plantas medicinais em Alagoas/Mostra de Produtos Fitoterápicos e Plantas Medicinais.

De acordo com secretário de Estado da Saúde, Jorge Villas Bôas, o projeto é o início de uma longa caminhada, que terá o seu desenvolvimento garantido a partir da união dos órgãos. “Para garantir o bom resultado do projeto, é preciso respaldar e assumir o compromisso de gestão do mesmo, para angariar recursos que o Ministério de Saúde disponibiliza ao Estado, avançando assim ainda mais na Assistência Farmacêutica”, disse o secretário.

Villas Bôas ressaltou ainda a importância de sensibilizar os agricultores para o negócio e que o benefício das plantas medicinais e fitoterápicos não são apenas para os usuários do SUS, mas também para geração de renda dos agricultores. “Para isso, algumas metas foram traçadas, como a definição das plantas; a estruturação do horto e pesquisa de mercado (demanda de plantas, compradores em potencial, rentabilidade para o agricultor e para o SUS); capacitação; compra de equipamentos; e logística das mudas”, citou o gestor.

Ainda estiveram participando por intermédio de mobilização produtores, técnicos e secretários municipais da rota que fazem parte do APL de Horticultura como: Arapiraca, Palmeira dos Índios, Feira Grande, Lagoa da Canoa, São Sebastião e Taquarana.  Foram parceiros do evento a SEMAGs, SESAU, EMATER, SEBRAE, SEPLANDE, SEAGRI, MDA, Carpil, Cooperal, Asprohort e Visão Mundia

 

 


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